quinta-feira, 31 de maio de 2012

Fábrica Verde do Alemão recebe a 1ª Jornada Ambiente Saudável é Ambiente sem Homofobia

A Fábrica Verde Unidade do Alemão, recebeu uma das capacitações da 1ª Jornada Ambiente Saudável é Ambiente sem Homofobia, realizada pela Superintendência de Educação Ambiental (SEAM), da Secretaria do Ambiente, em parceria com a Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos (Superdir), da Secretaria de Assistência Social e Direitos e Humanos (SEASDH), a jornada conta com o apoio da Superintendência de Território e Cidadania (STC).

A Jornada foi aberta da Sede da Secretaria do Ambiente, com a presença do Secretário Carlos Minc, do Coordenador do Programa Rio sem Homofobia Cláudio Nascimento e da Superintendente de Educação Ambiental, Lara Moutinho.

A capacitação para os alunos da Fábrica Verde foi realizada pelo Coordenador do Centro de Referência de Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Almir França e pela Coordenadora de projetos da SEAM, Ana Paraense.

“Apoiar a luta contra a discriminação por orientação sexual é de suma importância e discutir sexualidade na comunidade é um desafio para todos nós, precisamos realizar novas capacitações, bate-papo, rodas de conversa, entre outras atividades para ajudar a todos a compreender que toda forma de amar vale a pena”, pontuou Ingrid Gerolimich, Superintende de Território e Cidadania. 


Confira as fotos: 






quarta-feira, 30 de maio de 2012

Artesãos de Comunidades Pacificadas marcam presença no Fashion Rio

 Danielle Rabello - SEASDH


A iniciativa foi articulada pela Superintendência de Territórios da SEASDH e pela Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)


Foto: Amanda Révész

Os grupos Fitando Arte, Mulheres Guerreiras da Babilônia, Nena Fashion e Comunidade Fashion, das comunidades Chapéu Mangueira e Babilônia, que confeccionam seus produtos com material reciclável, expuseram seus produtos no estande do Governo do Estado no Fashion Rio. A iniciativa foi articulada pela Superintendência de Territórios da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e pela Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA).

Responsável pela Nena Fashion, Cosme Cesar, o Nena, gostou da experiência de participar do maior evento de moda do Rio de Janeiro e acredita que o evento abrirá novas portas de negócios para os artesãos das comunidades.

“Nunca nem pensei em entrar no Fashion Rio, quem dirá participar do evento expondo o nosso trabalho. Foi muito bacana, a receptividade foi boa, fizemos vários contatos, as pessoas tiravam fotos dos modelos com nossos produtos. Os cartões de visita que levei acabaram. Espero estar lá na próxima edição”, contou Nena.

A Nena Fashion, localizada nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira,  confecciona peças de moda praia e roupas de dia a dia com tecido feito de garrafa pet. O grupo já confeccionou peças neste material inclusive para os uniformes de alunos da escola de apoio educacional que atua no contra-turno acadêmico.

Uma das líderes do projeto COMUNIDADE FASHION,  projeto quer oferecer aos jovens das comunidades Chapéu Mangueira/Babilônia oficinas de moda tendo como produto final as apresentações das peças produzidas durante os encontros, Sabrina Campos, 18 anos, desfilou as peças da Nena Fashion durante o evento.

“Gostei muito de participar, fui muito bem tratada. Eu sempre desfilo as peças do Nena nos eventos da comunidade, mas nunca pensei em chegar ao Fashion Rio, quando ele me convidou fiquei super nervosa. Ele me entregou o vestido pronto e eu virei a noite bordando, mas valeu a pena. Agora tenho certeza que é isso que eu quero para minha vida. Sempre que precisar pode contar comigo para desfilar”, disse Sabrina.

O projeto Coletivo Fitando Arte nasceu de uma iniciativa da agência de Redes para a Juventude, ação patrocinada pela Petrobras. Tem como idealizadoras Renata Pedro e Vanessa Oliveira, jovens que se uniram com o objetivo de, através das técnicas artesanais e da moda gerar renda, trabalhar a auto-estima, capacitar e conscientizar mulheres das comunidades Chapéu Mangueira na técnica do trapilho (resíduos têxteis) e sacola plástica (lixo local) doados como materiais de desenvolvimento. O projeto se encaixa dentro dos 5 pilares da moda ética que é: Reduzir, Reutilizar, Reeducar, Replanejar e principalmente reinventar.

O grupo Mulheres Guerreiras da Babilônia (MGB) nasceu em 03 de fevereiro de 2011, na Comunidade Babilônia, pela união de 18 mulheres que cooperam entre si, desenvolvendo trabalhos artesanais com o objetivo de complementar a renda familiar. As peças que as MGB criam são bordadas e pintadas à mão e as ilustrações representam a forma como elas enxergam a comunidade onde vivem.

Foto: Amanda Révész                          
Foto: Amanda Révész
Foto: Amanda Révész
Foto: Amanda Révész
Foto: Amanda Révész
  

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Fashion Rio: Carlos Minc lança coleção de roupas recicladas

Bernardo Moura - SRZD - 25/05/2012

Carlos Minc e Almir França 

Lixo, Joãosinho Trinta e Fashion Rio: o que estas palavras têm a ver uma com a outra? Tudo! Em plena temporada de moda de primavera/verão 2012/2013, a Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria do Ambiente em parceria com o Empório Almir França e o Fashion Rio lançaram a coleção 'O lixo virou luxo", pensada pelo estilista e coordenador do Projeto Eco-moda Almir França. A coleção para lá de sustentável mostrou roupas, bolsas, calças e bermudas feitas a partir de banners de edições passadas da semana de moda carioca e do próprio Carnaval. O SRZD esteve presente ao lançamento.
"Quando os materiais chegam sujos, todo mundo se apavora, mas quando ficam prontos e tomam forma, todo mundo chora de emoção", disse o coordenador.
Foto: SRZD
Almir, que tirou do carnavalesco Joãosinho Trinta a inspiração para sua coleção, conta que a ideia do projeto surgiu há muito tempo, quando o tema sustentabilidade ainda não era moda.

"Eu sempre achei o reaproveitamento uma coisa bacana de se fazer. Não por ser ecológico, mas pela sua textura. Com isso, podemos ter peças a custo baixo", disse.
Segundo ele, há um preconceito bobo em usar roupa reciclada, reutilizada, principalmente originada das classe A, B e C.
"As classes D e E são acostumadas a usarem roupas assim. Isso é uma moda que surgiu com as nossas avós. Foram elas quem criaram isso. E é bacana quando a periferia se reconhece nesse reaproveitamento", disse.
O projeto que conta com parcerias de algumas universidades privadas e públicas pretende se espalhar por todas as comunidades pacificadas da cidade do Rio. E foi justamente nesta tecla que o secretário de Meio Ambiente, Carlos Minc, também bateu ao defender a coleção. De acordo com o secretário, o objetivo é desenvolver atividades voltados para a 'eco-moda'.
 "Transformando lixo em moda da melhor qualidade. É o lixo fashion. As pessoas pensam que roupas recicladas são pobres, ruinzinhas. Não! Vão ter coisas top, tipo exportação. Vai ser um arraso geral", concluiu.
Entre canapés e salgadinhos, os convidados presentes no estande ainda ganhavam uma bolsa lindamente decorada a seu gosto feita pelos alunos do projeto na hora. 

Fotos do lançamento da coleção o Lixo virou Luxo no Fashion Rio

Fotos: André Gomes de Melo

Ingrid Gerolimich - Superintendente de Território e Cidadania
Lounge do Governo do Estado no Fashion Rio 
Lançamento da Coleção: O lixo virou luxo
Parte da coleção de moda sustentável 
Drags Queens fizeram a recepção no lounge - Tema do Fashion Rio foi SUSTENTABILIDADE
Gilda - Aluna capacitada em formação no Complexo do Alemão
Secretário Carlos Minc e o estilista Almir França
Carlos Minc e Almir França posam com bolsa produzida com resto de banenrs
Carlos Minc e o estilista Almir França - Coleção produzida pensando a sustentabilidade

FASHION RIO: JOVENS DO ALEMÃO APRESENTAM PEÇAS RECICLADAS

24/05/2012 - Julia de Brito - Imprensa RJ

Coleção O Lixo virou Luxo foi produzida com materiais usados na edição 2011 do evento de moda


Cerca de 90 jovens do Complexo do Alemão aprenderam a confeccionar bolsas, carteiras e mochilas, entre outros produtos, em oficinas promovidas pela Secretaria de Ambiente, por meio da Superintendência de Território e Cidadania, em parceria com o estilista Almir França. O resultado foi apresentado nesta quinta-feira (24/05) no Fashion Rio, no lounge do Governo do Estado. Chamada O Lixo virou Luxo, a coleção foi produzida com materiais doados pelo grande evento de moda, que acontece até amanhã. As peças foram confeccionadas com lonas de banners.
A iniciativa, que faz parte do projeto Eco Moda, busca trabalhar duas vertentes: a capacitação técnica dos alunos e a consciência ecológica.
Presente à abertura da exposição das peças, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, destacou que a Secretaria do Ambiente vem realizando uma série de atividades em comunidades pacificadas. Ele ressaltou ainda que o projeto Eco Moda mostra que materiais reciclados podem ser transformados em produtos de alta qualidade.
- Aproveitando material reciclado temos desenvolvido muitas ações, com a criação das fábricas verdes do Alemão e da Rocinha, que reciclam computadores. Aqui no Fashion Rio, esta é uma coleção que mostra que reciclagem é criatividade. O lixo pode ser transformado em moda – disse Minc.


Para o estilista Almir França, que há 20 anos realiza oficinas sociais, o projeto é inovador ao trabalhar com jovens de uma comunidade que era pautada pela violência.


- Este trabalho foi muito importante porque produzimos as peças com jovens de uma comunidade que não recebia serviços públicos e estava esquecida – disse o estilista.


Toda a coleção Lixo virou Luxo foi inspirada na obra do carnavalesco Joãosinho Trinta. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da Secretaria do Ambiente, Ingrid Gerolimich, no início de junho as oficinas serão realizadas na comunidade da Rocinha.

- Vamos abrir inscrições na Rocinha, será mais uma oportunidade de trabalhar em duas frentes: capacitação técnica e sustentabilidade - disse Ingrid.
Em junho, as peças expostas no Fashion Rio serão apresentadas em desfile na estação Bonsucesso do Teleférico do Alemão.

Após participar das oficinas, Gilda Cristina Ferreira, de 35 anos, moradora de Nova Brasília, no Complexo do Alemão, agora pretende ingressar no mercado da Moda. 
- As oficinas também me fizeram entender melhor o que é sustentabilidade e a importância de atitudes como a reciclagem – afirmou Gilda.



Foto: André Gomes de Melo

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Superintendência de Território e Cidadania Realiza Evento de Sustentabilidade no Fashion Rio



O Fashion Rio, evento de moda que acontece entre os dias 22 e 26 de maio, no Jockey Club, Rio de Janeiro, terá a presença do Secretário do Estado do Ambiente, Carlos Minc na próxima quinta-feira (24). Neste dia, será apresentada a coleção O lixo virou luxo, que é o resultado da parceria estabelecida desde a edição passada entre a Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria do Ambiente e o organizador do evento, Paulo Borges, onde foram doados materiais utilizados no evento, como banners e lonas.

A partir do reaproveitamento destes materiais, foram confeccionadas bolsas, carteiras, mochilas e outros produtos, através de oficinas sobre moda sustentável com jovens do Complexo do Alemão, coordenadas pela Superintendência de Território e Cidadania em parceria com o estilista Almir França. ´´Nosso objetivo é criar novas formas de geração de renda para jovens em situação de vulnerabilidade, , além de promover a conscientização voltada para a sustentabilidade em relação à cultura do vestir.", disse a Superintendente de Território e Cidadania, Ingrid Gerolimich.

A coleção é inspirada na obra do carnavalesco Joãosinho Trinta. “Para criar esta coleção busquei inspiração na obra do maior carnavalesco de todos os tempos o grande Joãosinho, que conseguiu de forma sensacional transformar o lixo em luxo”, pontuou o estilista Almir França.


Durante o evento no Fashion Rio serão customizadas bolsas de banner, que serão dadas aos participantes. 


Serviço
Sustentabilidade no Fashion Rio
Data: 24.05.12 (Quinta-feira)
Local: Jockey Club - Lounge do Governo do Estado
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1003-Jardim Botânico
Horário: 18h
Contato: (21) 2334 - 5731 / 2332 - 5623

sexta-feira, 18 de maio de 2012

ROCINHA GANHA FILIAL DE FÁBRICA DE RECICLAGEM DE COMPUTADORES

Projeto da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), já implantado com sucesso no Complexo do Alemão, transforma lixo eletrônico em inclusão de digital.

Fotógrafo:   Luiz Morier Matéria:  Flor Jacq (Assessoria de Comunicação da Secretaria do Estado do Ambiente)



A favela da Rocinha – 19ª comunidade pacificada do Rio de Janeiro – recebeu na manhã de hoje (17/05) uma filial da Fábrica Verde, projeto da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), já implantado com sucesso no Complexo do Alemão, que transforma lixo eletrônico em inclusão de digital. Em um ano, a mais nova Fábrica Verde formará 360 jovens em montagem e manutenção de computadores, a partir do reaproveitamento de máquinas inutilizadas.
  
Na inauguração, a superintendente de Território e Cidadania da SEA, Ingrid Gerolimich, ressaltou que a Fábrica Verde da Rocinha é baseada na experiência exitosa do projeto no Complexo do Alemão, inaugurado em outubro do ano passado. “Conseguimos aliar sustentabilidade, geração de emprego e renda à consciência social. Não tem assistencialismo. Queremos que eles participem da vida da comunidade recém-pacificada”, disse Ingrid, lembrando que, além da capacitação técnica, os cursistas recebem aulas de educação ambiental e de cidadania.
  
Presente ao evento, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, lembrou que o descarte inadequado do lixo high-tech causa danos ao meio ambiente e à saúde humana. “Cada celular, rádio ou computador contém uma quantidade, mesmo que pequena, de metais pesados, como o cobre e o zinco. Como são milhares, quando não têm a destinação final correta acabam por contaminar o solo, os lençóis freáticos, podendo chegar até ao leite de vaca que consumimos todos os dias”, afirmou.
  
Minc anunciou também que, além da Fábrica Verde, a Secretaria do Ambiente está levando para as comunidades pacificadas um projeto de moda sustentável e de hortos comunitários: “Dia 23 de junho, vamos inaugurar o projeto de Eco Moda na comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio. Os alunos vão produzir roupas customizadas reutilizando materiais, tudo em alto estilo”.
  
As turmas da Fábrica Verde são trimestrais e reúnem 120 alunos, que recebem uma bolsa no valor de R$ 120 cada. Aqueles que se destacam pelo bom desempenho tornam-se monitores e passam a receber R$ 120.
  
Aluna da primeira turma no Alemão, Patrícia da Silva Nicácio, que hoje é monitora nesta mesma unidade, participou do processo de instalação do projeto na Rocinha, divulgando e inscrevendo os novos cursistas: “Eu já tinha feito curso técnico em outra instituição, mas quando me tornei monitora da Fábrica Verde pude colocar em prática o que aprendi, ajudando os professores e os alunos. Este é o meu primeiro emprego, quero levar essa oportunidade para outras comunidades”.

No primeiro andar do prédio de quatro andares, onde são ministradas aulas de informática, internet, cidadania, empreendedorismo, educação ambiental e reciclagem, foi instalado um tele centro com máquinas recicladas na Fábrica Verde do Alemão.
  
“A cada três computadores doados, montamos um que passa a funcionar em tele centros comunitários. No Alemão, temos um tele centro e estamos doando computadores para outros. O daqui da Rocinha é fruto do trabalho dos cursistas da unidade do Alemão, a partir das doações feitas para a segunda edição da campanha Natal da Eletrorreciclagem, de dezembro passado”, disse Patrick.
  
A Fábrica Verde da Rocinha conta com a parceria da PUC–RIO (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), que há mais de 20 anos desenvolve programas na comunidade.
  
Para doar computadores e peças, basta entrar em contato com uma das unidades pelos e-mails fabricaverde1@gmail.com – Alemão – fabricaerde2@gmail.com – Rocinha). Qualquer instituição, pública ou privada, ou pessoa física pode participar.

Fonte: www.rj.gov.br/web/sea

PROJETO DA SECRETARIA DE AMBIENTE VAI CAPACITAR 360 JOVENS NA ROCINHA

Depois de fazer sucesso no Alemão, Fábrica Verde chega à comunidade da Zona Sul



Trezentos e sessenta jovens da Rocinha vão receber capacitação profissional em montagem e manutenção de microcomputadores reciclados no projeto Fábrica Verde, realizado pela Secretaria de Ambiente. A iniciativa promove o reaproveitamento de máquinas usadas e ao mesmo tempo estimula a inclusão no mercado de trabalho de jovens moradores de comunidades pacificadas. Esta é a segunda comunidade a ganhar um espaço destinado à qualificação profissional e reciclagem de bens eletrônicos. A primeira Fábrica Verde foi inaugurada em outubro do ano passado no Complexo do Alemão, onde 720 jovens serão capacitados ao longo de dois anos.

O Fábrica Verde da Rocinha vai oferecer bolsas no valor de R$ 120 para os alunos matriculados e, após o término do curso, que tem duração de um ano, 12 monitores serão escolhidos para trabalhar nos telecentros localizados nas sedes do projeto. Presente na inauguração do espaço, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, falou sobre a iniciativa que também vai remunerar os jovens monitores com bolsa de R$ 600.

- O lixo eletroeletrônico é um grave problema. Cada computador e celular têm um pouco de cádio, cobre, zinco e isso contamina o ambiente. Nós estamos transformando lixo eletrônico em inclusão, porque estes computadores serão doados para associações de moradores, catadores, para os nossos telecentros e os jovens vão receber uma bolsa para aprender este ofício e os melhores serão contratados. A Fábrica Verde começou no Alemão. Pretendemos instalar o projeto também em outras comunidades – explicou o secretário.

Consciência ambiental e qualificação profissional

Para Érica Santos Inácio, 20 anos, a oportunidade é importante porque proporciona aprendizado que poderá se transformar em uma carreira no futuro:


- Sempre gostei e aqui estou tendo a oportunidade. É uma forma de aprendizado e renda, né? Estou aprendendo a montar memória, processador, cabo de rede, entre outras coisas. Estou adorando.

Nascido e criado na Rocinha, George Henrique da Silva, de 18 anos, considera a Fábrica Verde uma ideia preciosa que alia conscientização ambiental à inclusão no mercado de trabalho.

- Não sabia mexer em computador, apenas ficava no facebook. Estou tendo uma grande chance de aprender a mexer nestas máquinas. Pode ser que vire uma profissão.

Computadores de Telecentro foram reciclados no Alemão

Monitora do projeto realizado no Complexo do Alemão, Patrícia Nicácio, 18, se emociona ao lembrar do dia em que foi selecionada para o curso e de quando teve a chance de auxiliar professores nas aulas de manutenção de computadores. As máquinas do Telecentro – espaço disponível com internet gratuita para moradores da comunidade localizado no primeiro andar da fábrica – foram montadas pelos jovens alunos do Alemão.

- Fiz a prova e passei. Aí viram que eu tinha facilidade. Acabei me transformando em monitora e estou muito feliz. Ganho R$600 e além de auxiliar os alunos substituo os professores quando é necessário. Sempre gostei de tecnologia. Meu sonho é me formar em informática e trabalhar com isto.

Mais informações sobre doação de computadores podem ser obtidas através dos emails: fabricaverde2@gmail.com (Rocinha) e fabricaverde1@gmail .com (Alemão).

Fonte: Imprensa RJ

Projeto pretende transformar computadores velhos em renda para moradores da Rocinha

R7, com Agência Brasil


Moradores da comunidade da Rocinha, na zona oeste do Rio de Janeiro, vão aprender a transformar lixo eletrônico em computadores novos. O projeto Fábrica Verde, inaugurado na quinta-feira (17) pela Secretaria Estadual do Ambiente, tem o objetivo de gerar emprego e renda para os jovens das comunidades já pacificadas pelas forças de segurança. 

A primeira unidade, implantada em agosto do ano passado no conjunto de favelas do Morro do Alemão, na zona norte da cidade, beneficia cerca de 700 estudantes.

No projeto, três computadores velhos viram um equipamento novo. Após a reciclagem, os computadores são instalados em telecentros públicos e lan houses. Os jovens que fizerem o curso de montagem e manutenção de computadores vão receber uma bolsa de estudos mensal de R$ 600 e os 12 melhores alunos passarão a trabalhar como monitores nos telecentros comunitários.

A coordenadora do projeto, Ingrid Gerolimich, explicou que 360 alunos do projeto no Complexo do Alemão já foram capacitados e, agora, passarão a trabalhar como monitores na Rocinha. 

— O projeto foi feito para aliar a questão da geração de emprego e renda, um dos grandes problemas das comunidades, com a consciência ambiental.

Para a artesã e moradora da Rocinha Rosineldi Félix, 44 anos, ações como essas são importantes para dar oportunidades de trabalho aos jovens que, por décadas, conviveram com a violência das quadrilhas do tráfico de drogas. E elogiou a reaproximação do poder público com comunidades que estavam apartadas do resto da cidade. 

— Eles [o governo] estão tentando chegar mais, não com polícia, mas com obras sociais, que a comunidade deseja mais do que policiais.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Rocinha ganha projeto para reciclar computadores e capacitar técnicos

'Fábrica Verde transforma lixo eletrônico em inclusão social', diz secretário.
Projeto será apresentado na Rio+20 e deve ser levado a todas as UPPs.

Bernardo TabakDo G1 RJ


                                Secretário Carlos Minc e Superintendente Ingrid Gerolimich participam de inauguração (Foto: Bernanrdo Tbak/G1)
A Favela da Rocinha ganhou, nesta quinta-feira (17), a primeira filial do projeto Fábrica Verde, desenvolvido pela Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA). A iniciativa pretende, ao mesmo tempo, realizar a reciclagem e o reaproveitamento de computadores, reduzir e dar uma destinação correta ao chamado lixo eletrônico (e-lixo) e estimular a inclusão social, com geração de renda, de moradores das comunidades pacificadas através da capacitação profissional em manutenção e montagem dos hardwares.


A cada doação de três máquinas, obsoletas ou quebradas, seja por moradores da favela ou pessoas de outras partes da cidade, além de empresas públicas e privadas, os alunos montam um computador, que, segundo a SEA, vão voltar a funcionar em telecentros comunitários. A matriz do projeto Fábrica Verde foi inaugurada em outubro de 2011, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio.


“Cada computador, além das peças plásticas e metálicas, também tem componentes com cádmio, cobre e chumbo, substâncias que contaminam o meio ambiente. A Fábrica Verde transforma lixo eletrônico em inclusão social”, ressaltou o secretário do Ambiente, Carlos Minc. “Para as empresas é um grande negócio, porque podem se desfazer das máquinas sem ter que pagar para uma empresa de descarte de lixo industrial. E nós ainda damos um certificado que informa a quantidade de computadores corretamente descartados, doados para a Fábrica Verde”, complementou.


Ao longo de dois anos, o Fábrica Verde tem como meta capacitar 720 jovens e adultos da Rocinha. Dentro do projeto, os alunos vão ter ainda aulas de cidadania, empreendedorismo e educação ambiental. Cada um deles vai receber uma bolsa mensal de R$ 120, para auxiliar no deslocamento e manutenção. Ao final, de acordo com a SEA, os 12 alunos que mais se destacarem vão ser selecionados para trabalhar como monitores nos telecentros e na própria Fábrica Verde, recebendo uma bolsa-salário de R$ 120, mensais, pelo período de um ano.


Segundo a SEA, os computadores reciclados pela Fábrica Verde vão possibilitar a criação de novos telecentros em comunidades ocupadas pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). 


Uma parte das máquinas também será destinada a escolas, creches, associações de moradores e ONGs. “Esse programa vai ser apresentado na Rio+20. A ideia é ter Fábricas Verdes em todas as UPPs”, afirmou Minc.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Inauguração Fábrica Verde Unidade Rocinha Será Nesta Quinta

FÁBRICA VERDE SERÁ INAUGURADA NA ROCINHA

Inauguração da Fábrica Verde Unidade Rocinha, será no dia 17 de maio, quinta-feira, a partir das 9:30h com a presença do Secretário Carlos Minc
A Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria do Estado do Ambiente em parceria com o Instituto Geração da Hora inaugura mais uma unidade da Fábrica Verde, na comunidade da Rocinha, no dia 17 de maio (quinta-feira) a partir das 9:30h, com a presença do Secretário Carlos Minc e da Superintendente Ingrid Gerolimich. A unidade da Rocinha fica localizada na Estrada da Gávea, 486, Bloco 20.

A Fábrica Verde é um programa que tem como objetivo reaproveitar microcomputadores usados, doados por instituições públicas e privadas e ao mesmo tempo capacitar jovens de 17 a 29 anos da própria comunidade, para recuperar e instalar esse tipo de equipamento.

“O plano de ampliar a Fábrica Verde que transforma lixo eletrônico em inclusão digital para as comunidades pacificadas da capital, responde a necessidade de inserir um componente socioambiental no contexto da vitoriosa e emblemática política de retomada e pacificação de territórios”, pontua o Secretário Carlos Minc.

A Fábrica Verde Unidade Rocinha irá capacitar nos próximos dois anos 720 jovens. Serão 120 alunos por trimestre que vão acompanhar, aprender a recuperar e montar cerca de dois mil computadores, que serão utilizados na instalação de telecentros públicos na própria comunidade. Para custeamento do curso receberão uma ajuda de R$ 120 por mês. Os 12 melhores alunos de cada etapa serão contratados pelo programa, ganhando inicialmente um salário mínimo, para trabalhar na própria fábrica ou nos telecentros.

“Os alunos da Fábrica Verde além de aprenderem uma profissão, ganham uma nova consciência ambiental disseminando entre seus pares a cultura da reciclagem de materiais entre os moradores da comunidade além é claro de uma formação cidadã”, ressalta Ingrid.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Oficina de Customização de Jeans Reciclado Foi um Sucesso

Superintendência de Território e Cidadania (STC) realizou ontem oficina de Customização de Jeans 

Ingrid Gerolimich, Carlos Minc e Almir França
A Campanha "RECICLE SEU JEANS", desenvolvida pela STC, arrecadou diversas peças de jeans doados pelos funcionários da Secretaria do Estado do Ambiente e do INEA (Instituto Estadual do Ambiente) e realizou ontem, quinta-feira, uma Oficina de Moda Verde, com o objetivo de promover a conscientização voltada para o conceito de sustentabilidade em relação à cultura do vestir.

Esta oficina foi mais uma das atividades da Campanha Recicle seu Jeans, outras oficinas estão previstas para acontecer no mês de maio.  Todas as sextas na unidade da Fábrica Verde do Complexo do Alemão, está acontecendo a capacitação de10 jovens, para aplicarem as próximas oficinas. 

"Nosso objetivo é criar novas formas sustentáveis de geração de renda para jovens em situação de vulnerabilidade, através da capacitação em técnicas de reaproveitamento e customização de peças de vestuário", pontou o estilista Almir França, coordenador da Campanha. 

Veja como foi a Oficina de Cuztomização

 







quarta-feira, 2 de maio de 2012

OFICINA DE CUSTOMIZAÇÃO DE JEANS É AMANHÃ!

A Superintendência de Território e Cidadania convida os funcionários da SEA e do INEA, para a OFICINA DE CUSTOMIZAÇÃO DE JEANS, que será realizada amanhã, quinta-feira, no Auditório do 6º Andar.

Para participar basta trazer qualquer peça de jeans de sua preferência que está será customizada por jovens de comunidades pacificadas. Ganhando assim uma peça totalmente repaginada.

Serviço
OFICINA DE CUSTOMIZAÇÃO DE JEANS
DATA: 03/05 - Quinta-feira
Horário: 10h às 16h
LOCAL: Auditório do 6º Andar
ENDEREÇO: Av. Venezuela Nº 110 - Centro
INFORMAÇÕES: 2334-5731 


CONVITE - 1ª Jornada Ambiente Saudável é Sem Homofobia

CONVITE PARA A “1ª JORNADA DE AMBIENTE SAUDÁVEL É SEM HOMOFOBIA”

Companheiros e companheiras da SEA e do Inea,

O governo do Estado do Rio de Janeiro lançou em 2007 o Programa Estadual Rio sem Homofobia, uma política pública da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos (Superdir) da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), que envolve diversas Secretarias de Estado, como a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), e visa combater a discriminação e a violência contra LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e promover a cidadania e o respeito às especificidades desses grupos populacionais em todo o território fluminense.

Em 2012, de forma a concretizar a parceria SEA/SEASDH, a SEAcriou o Ambiente Saudável é Sem Homofobia, componente do Programa Ambiente em Ação da Superintendência de Educação Ambiental (Seam) da SEA, para atuar em parceria com o Programa Estadual Rio Sem Homofobia. O programa realizará, entre os dias 7 e 10 de maio de 2012, a 1ª Jornada Ambiente Saudável é Sem Homofobia. Sua programação inclui a apresentação de documentários, filmes e palestras sobre o Programa Estadual Rio Sem Homofobia e sua inter-relação com os temas ambientais da atualidade, direitos humanos, cidadania, diversidade sexual e luta contra a homofobia.

No dia 07 de maio, o evento será realizado no auditório do 6º andar da SEA a partir das 14h, tendo como público-alvo os funcionários e gestores da SEA e do Inea. Nos dias 8, 9 e 10 de maio, o evento será realizado nos prédios do quadrilátero da SEA.


Contamos com a presença e participação de todos no combate à homofobia, na busca pela efetivação dos direitos humanos, da promoção do direito à vida em ambiente ecologicamente equilibrado e do direito ao desenvolvimento.

Carlos Minc

Secretário de Estado do Ambiente


PROGRAMAÇÃO

Data:7 DE MAIO 
Abertura: Segunda-feira – SEA
14h – Credenciamento e boas vindas
14h30 – Mesa de abertura
Apresentação dos spots de rádio e TV da campanha do Programa Estadual Rio Sem Homofobia

Palestrantes:
Carlos Minc – Secretário Estadual do Ambiente (SEA) - Educação Ambiental e Diversidade
Lara Moutinho da Costa – Superintendente de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente – SEA - Educação Ambiental e Diversidade
Cláudio Nascimento – Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (Superdir/SEASDH) - Apresentação do Programa Estadual Rio sem Homofobia

15h30 – Filmes: documentários
Novamente e Por outros olhos – Grupo Arco-Íris e UFRJ

15h50 – Debate
Lara Moutinho da Costa – Superintendente de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (Seam/SEA)
Cláudio Nascimento – Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (Superdir/SEASDH)
Almir França –Coordenador do Centro de Referência e Promoção da Cidadania LGBT - Capital
17h – Atividades Artísticas
Pocket Show da Cantora Jane Di Castro

17h30 – Coquetel de Encerramento