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terça-feira, 30 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Projeto EcoBuffet cria cardápio sustentável
O trabalho foi
desenvolvido em parceria com departamento de nutrição da Uerj
O Projeto Ecobuffet acaba de desenvolver um cardápio sustentável
em parceria com o Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de
Janeiro (UERJ). A iniciativa faz parte da proposta do projeto de formar
uma cooperativa que ofereça serviços de Buffet Sustentável e pretende
transmitir a noção da abrangência de um buffet, que possa oferecer alimentos
mais saudáveis e nutritivos.
O Cardápio Sustentável do projeto, que é promovido pela
Superintendência de Território e Cidadania (STC) da Secretaria de Estado do
Ambiente (SEA), irá dispor de alimentos produzidos a partir do aproveitamento
integral e que, portanto são mais nutritivos, pois contam com partes
importantes que normalmente seriam desprezadas durante o preparo. A citar
cascas, talos, folhas, dentre outros.
O ecomenu é formado pelas seguintes opções: café da manhã, coffe
break, almoço e jantar, tudo orientado pelo conceito de segurança alimentar e
sustentabilidade ambiental. A expectativa é de que com mais esta atividade na
capacitação dos alunos, eles estejam aptos, ao fim do curso, a formar uma
cooperativa que trabalhe com esse novo modelo de Buffet. O que irá contribuir
com a geração de trabalho e renda para moradores das comunidades atendidas.
O EcoBuffet atua nas comunidades pacificadas Chacrinha,
Salgueiro e Turano e visa promover a inclusão social e econômica por meio de
capacitações em aproveitamento integral de alimentos, culinária,
empreendedorismo e educação ambiental. E ainda tem como parceiros o SEBRAE, que
desenvolve o empreendedorismo, e a AgeRio- Agência Estadual de Fomento, que vai disponibilizar aos
concluintes do curso que assim desejarem, um financiamento para a abertura de
um micronegócio.
Alunos do Projeto EcoBuffet participam de atividade do programa SESI
A oficina Cozinha Brasil tem a proposta de ensinar
o aproveitamento integral de alimentos
Os alunos da primeira turma do Projeto EcoBuffet, participam nos
dias 29 e 30 da oficina Cozinha Brasil – Alimentação saudável, desenvolvido
pelo Conselho Nacional do SESI em parceria com o Ministério de Desenvolvimento
Social e Combate à Fome. A atividade é fruto da parceria entre o projeto da
Superintendência de Território e Cidadania (STC) e os órgãos acima que têm em
comum, o objetivo da conscientização para o aproveitamento integral de
alimentos.
O programa Cozinha Brasil oferece cursos ministrados por
nutricionistas, que fazem o aproveitamento de todas as partes dos alimentos
como polpa, cascas, folhas, talos e ramas, o que aumenta o seu potencial
nutritivo. O objetivo além desta conscientização alimentar é promover uma
cultura contra o desperdício que ainda contribuiu para a economia familiar.
O Cozinha Brasil ministrará, através de sua equipe designada pelo
SESI-RJ (01 nutricionista e 01 auxiliar de cozinha), o curso de educação
alimentar, com aulas teóricas e práticas, com carga horária de dez horas. As
oficinas acontecem nos dias 29 e 30/04, das 8h às 17h. E além da metodologia,
será oferecido material didático.
Projeto Fábrica Verde inaugura telecentro comunitário no Complexo do Alemão
Computadores
utilizados pela comunidade nos telecentros são fruto do trabalho de reciclagem realizado
no projeto
Neste último sábado (20/04), mais um telecentro foi
inaugurado no Complexo do Alemão pelo Projeto Fábrica Verde, da
Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria (STC) de Estado do
Ambiente (SEA). Os computadores doados para o telecentro são oriundos do
trabalho dos alunos do curso de montagem e manutenção do projeto. Esta nova
unidade foi implantada na Associação de Moradores das Palmeiras e está aberta à
toda a comunidade.
Atualmente, a Fábrica Verde possui mais de 40
telecentros em atividade nas comunidades da Rocinha e Complexo do Alemão. O
Projeto vem sendo desenvolvido há
um ano na Rocinha e há quase dois anos no Complexo do Alemão. O objetivo é
transformar lixo eletrônico em inclusão digital fazendo o reaproveitamento de
computadores usados visando, contudo, a geração de emprego e renda para
moradores de áreas pacificadas.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Município de Santa Catarina pode receber Projeto Fábrica Verde
O
superintendente da Fundação de Meio Ambiente do município de Içara, visita o
projeto no Complexo do Alemão
O
representante da Prefeitura de Içara, município do Estado de Santa Catarina,
superintendente da Fundação e Meio Ambiente, Eduardo Rocha, visitou as
instalações da Fábrica Verde no Complexo do Alemão dia 17/04. O intuito do
encontro foi conhecer mais a fundo a iniciativa que transforma lixo eletrônico
em inclusão digital.
O
superintendente, acompanhado da assessora da Fundação, conheceu o projeto
através da coordenadora Rosana Reis, de alunos e professores. A vinda de
Eduardo Rocha foi um pedido do prefeito de Içara, Murialdo Gastaldon, que
mostrou interesse em saber mais sobre a Fábrica, após assistir uma reportagem
que falava sobre o projeto.
Como resultado
da visita, Rocha retornou à Santa Catarina com desejo de implementar uma
Fábrica Verde em Içara. O próximo encontro será entre o Prefeito Gastaldon e o
secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, mas ainda está sem data
prevista.
O Projeto
Fábrica Verde é uma iniciativa da Superintendência de Território e Cidadania,
que vem transformando lixo eletrônico em inclusão digital. Desde que
iniciou, há cerca dois anos, já reciclou mais de dois mil computadores e
capacitou mais de mil jovens, gerando emprego e renda para moradores das
comunidades pacificadas do Rio de Janeiro.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Projeto Fábrica Verde abre inscrições para curso de Montagem e Manutenção
Serão
oferecidas 240 vagas nas comunidades do Complexo do Alemão e Rocinha
Quando: de
18/04 a 17/05 - de 9h às 17h
Onde:
Fábrica Verde Rocinha -
Estrada da Gávea, 486 - Bloco 20 -
Rua da Casa da Paz); Fábrica Verde Alemão
- Av. Itaóca nº 1961 – Bonsucesso.
O projeto que transforma lixo eletrônico em
inclusão digital, Fábrica Verde, realizado pela Superintendência de Território
e Cidadania, da Secretaria de Estado do Ambiente, abre inscrições para novas
turmas do curso de Montagem e Manutenção de Computadores. As inscrições permanecem
abertas até o dia 17/05.
O Projeto Fábrica Verde está em funcionamento há um ano na Rocinha e há quase dois anos no Complexo do Alemão, ambas já inseridas no processo de pacificação das comunidades do Rio. O objetivo é transformar lixo eletrônico em caminho de inclusão digital através do reaproveitamento de computadores, monitores e impressoras usados. Com isso, promove-se a geração de emprego e renda para moradores nessas localidades.
Até hoje, mais de 2.000 computadores já foram
reciclados e mais de mil jovens capacitados. O Fábrica Verde no
Complexo do Alemão segue rumo à sexta turma e na Rocinha à quarta. O curso de
Montagem e Manutenção tem duração de três meses e ao longo deste período, os
alunos recebem uma bolsa auxílio de R$120 por mês.
As inscrições devem ser realizadas nas
sedes da Fábrica Verde, de 18/04 a 17/05, as provas de seleção acontecem entre
20 e 22/05 e o começo das aulas está previsto para o dia 5 de junho na Rocinha
e 6, no Complexo do Alemão.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Formatura do EcoModa realiza desfile inspirado na cantora Alcione
Projeto utiliza a moda sustentável como meio de
inclusão socioeconômica
Há
cerca de sete meses um sonho começava a ser costurado pela Secretaria de Estado
do Ambiente, através da Superintendência de Território e Cidadania, em uma das
Comunidades mais famosas do Rio, a Mangueira. Na manhã de 16 de
abril, o local foi passarela para a formatura de 150 alunos da segunda turma do
projeto de moda sustentável.
A solenidade teve início com a apresentação do grupo Batuque
Favela, que fez o público soltar a voz e arriscar passos na levada de sambas
sobre a Mangueira. A
abertura do desfile se deu com a fala do estilista, Almir França, orientador de
moda do curso. A coleção apresentada buscou inspiração na vida e obra da
cantora Alcione, que é um ícone da Comunidade.
“É sempre um desafio fazer este trabalho. É importante pensar que nesta
semana está acontecendo a semana de moda do Rio e nos estamos aqui, em off,
fazendo moda também.” – declara o estilista,
sugerindo que moda não está somente nos grandes eventos.
O secretário
do ambiente Carlos Minc elogiou o trabalho desenvolvido pelo estilista. “O Almir faz cultura,
educação, inclusão social, ele é um maravilhoso professor em vida!”. Minc também agradeceu ao
representante da UPP, presente na solenidade, o capitão Nogueira. O secretário
credita a realização de projetos em comunidades, ao trabalho de pacificação.
“Vocês (UPP)
abriram as portas para que fizéssemos os projetos nas comunidades. Isso que
fizemos hoje, é porque vocês ousaram retomar territórios, o que permitiu que a
política pública chegasse às comunidades.” - explica Carlos Minc.
A
superintendente de Território e Cidadania, Ingrid Gerolimich, falou com
empolgação sobre a segunda turma formada. Ela estimulou os alunos afirmando que
se vê usando o que eles produziram, além de também, ver qualidade para vitrine
de shopping.
“Quando vejo
esse processo se desdobrando no que deu hoje, fico animada porque está dando
certo! O desfile foi feito por vocês, para vocês. Isso é resultado de uma
equipe e alunos maravilhosos. Vocês aprenderam com fazer moda preocupados com o
meio ambiente. Estão literalmente transformando lixo em luxo.” - dispara a
superintendente.
A formatura foi realizada no terraço do prédio onde funciona o
EcoModa e contou com uma decoração moderna. O cenário trazia uma mistura de
tecidos e retalhos em cores fortes como verde limão, roxo e preto traduzindo
assim, a identidade da coleção.
O evento
contou com a presença de representantes da parceira no projeto UERJ, da
Fundação Leão XIII, do CETEP e FAETEC, Caixa Econômica, SEBRAE, CRASS Adalberto
Ismael, AGERIO e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).
E foi da
PMERJ, na figura do cap. Nogueira, que se ouviu um resumo que traduz uma das
expectativas trabalhadas no conceito de inclusão social e econômica. Citando
uma passagem bíblica, o comandante da UPP Tuiuti fez alusão à cor do batom
usada pelas modelos/alunas no desfile, o verde. Ele lembrou que a cor simboliza
a esperança.
“A cor do
batom é como se dessem um beijo de esperança. Este projeto, este esforço tem
sido um combustível para nós, porque temos esperança de dias melhores!” declara
Nogueira.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Alcione é homenageada na formatura da segunda turma do Projeto EcoModa
Secretaria do Ambiente apresenta na
Mangueira desfile de coleção de moda sustentável inspirada na vida e história
da cantora maranhense, que estará presente na solenidade
Quando: terça-feira (16/04); às 10h
Onde: sede do
Projeto EcoModa (Travessa Saião Lobato, 62, Buraco Quente, Mangueira)
Com um desfile
de coleção inspirada na vida e história da cantora Alcione, a partir de roupas
e tecidos reciclados, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) estará
promovendo, na próxima terça-feira, na Mangueira, solenidade de formatura
da segunda turma do seu Projeto EcoModa.
Além do
desfile com modelos da comunidade pacificada, a maranhense Alcione – um dos
ícones da Escola de Samba da Mangueira – estará presente na sede do Projeto
EcoModa, para ser homenageada nesse dia de festa, em que os 150 alunos da
segunda turma do EcoModa estarão recebendo seus certificados de conclusão do
curso.
O secretário
estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a superintendente de Território e
Cidadania da SEA, Ingrid Gerolimich, responsável pelo Projeto EcoModa, estarão
presentes.
A coleção que
será apresentada pelos alunos do Projeto EcoModa foi confeccionada a partir de
retalhos e coletes doados por agentes da Operação Lei Seca, do Governo do
Estado. A coleção é inspirada na vida e história de Alcione e do seu estado
natal, o Maranhão.
Para elaboração do tema da coleção,
foi realizada, pelos alunos e professores, uma pesquisa do universo musical da
cantora e da arquitetura e literatura maranhense.
Inaugurado em outubro de 2012, o
Projeto EcoModa já formou 150 alunos em sua primeira turma. Agora, serão mais
150 formados nos cursos de corte e costura, desenho de moda/ilustração,
modelagem, estamparia e serigrafia, acessórios e bordado.
A iniciativa tem como objetivo
oferecer qualificação profissional para moradores de comunidades pacificadas na
área de moda sustentável, visando à produção de bens e serviços, com foco na
reutilização de materiais e produção não poluente.
As inscrições para a terceira turma
do projeto estão abertas até 17 de abril. As aulas da terceira turma começarão
em 24 de abril.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Projeto Comunidades Verdes forma sua primeira turma
120 alunos de
áreas pacificadas fizeram curso da Secretaria do Ambiente de cultivo de mudas e
reflorestamento
Ascom SEA
Flor Jacq
Após quatro meses de aulas teóricas e práticas de técnicas de
cultivo e plantio de mudas, os 120 alunos da primeira turma do Projeto
Comunidades Verdes, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), receberam seus
certificados de formação.
A cerimônia ocorreu ontem (11/4) no auditório da sede da SEA, no
Centro do Rio, com a presença de familiares dos cursistas, professores, da
coordenadora-geral do projeto, a superintendente de Território e Cidadania da
SEA, Ingrid Gerolimich, e do secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc.
O local foi decorado com flores e mudas, muitas delas cultivadas
pelos próprios formandos nos hortos comunitários criados durante as aulas
práticas do projeto. Minc e Ingrid receberam os dois primeiros girassóis
colhidos pela turma.
“No Comunidades Verdes trabalhamos diretamente com a vida, com a
Mãe Terra, transformando áreas degradadas em um espaço para a coletividade. Com
esse projeto, estamos dizendo que preferimos um mundo em que o verde fala mais
alto que as armas, que o preconceito e os muros de concreto”, disse Minc.
Realizado em parceria com o Instituto de Estudos da
Religião (Iser), que atua em diversas áreas ligadas à cidadania, o projeto vem
sendo desenvolvido em quatro comunidades pacificadas do Rio, chamadas de
Núcleos Verdes: Batan, Fogueteiro, Formiga e Complexo do Alemão.
“Quando comecei na Superintendência de Território e Cidadania
(STC), há dois anos, tive a dimensão do desafio que tínhamos nas mãos: retornar
para áreas que o Poder Público abandonou por tantos anos. Tínhamos que entender
o cotidiano dos moradores, a rotina de cada comunidade, para criar projetos que
provassem que é possível gerar desenvolvimento econômico, sustentável, levando
em consideração o capital humano”, afirmou Ingrid.
Os alunos receberam uma bolsa mensal no valor de R$ 120. Ao
final dos quatro meses de curso, 30 dos 120 alunos foram selecionados pela
coordenação de cada núcleo, formada por dois moradores, para atuar como
jardineiros comunitários.
Segundo o coordenador do Iser, Pedro Strozenberg, os 30
jardineiros comunitários passarão, pelos próximos seis meses, pelo
aprimoramento das técnicas ensinadas, e atuarão com multiplicadores da
iniciativa, recebendo uma ajuda de custo mensal de R$ 300.
“Mais do que a conclusão de uma capacitação, esse diploma também
representa que vocês foram envolvidos no processo da gestão pública. Ele alerta
sobre o lugar que vocês têm na sociedade e sobre o papel que devem cumprir,
como atores sociais, que conhecem e cuidam das suas comunidades”, enfatizou Strozenberg.
Amadeu Palmares, de 60 anos, formando da comunidade da Formiga,
na Tijuca, Zona Norte do Rio, relembrou que no auge da sua juventude, nos anos
1960, os governos incentivavam o desmatamento para ampliar áreas de pasto.
“Hoje o que vemos é o inverso: somos contra as queimadas e o
excesso de lixo no meio da rua. Apostamos no verde em defesa da saúde”, disse
Amadeu.
Cada núcleo conta com a infraestrutura necessária para a criação
de viveiros para o cultivo de hortaliças, mudas para recuperação ambiental e
paisagismo funcional.
Minc disse ainda que, paralelamente, estão sendo estabelecidas
parcerias, como com o Sebrae, para que o projeto possa ser financeiramente
viável e estruturalmente pedagógico.
“Uma iniciativa como essa não pode ficar dependente. Os governos
podem mudar, mas o projeto tem que garantir sustentabilidade financeira para
seguir”, disse.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
STC apresenta projetos em seminário na Associação Comercial do Rio de Janeiro
Superintendente
Ingrid Gerolimich apresenta projetos da STC no seminário “Soluções para Cidades
Sustentáveis” e é convidada a palestrar para membros da Associação Comercial do
Rio de Janeiro.
A
Superintendência de Território e Cidadania (STC) da Secretaria de Estado do
Ambiente (SEA) participou hoje (11/04) pela manhã, do Seminário “Soluções
Ambientais para Cidades Sustentáveis”, uma iniciativa do Conselho Empresarial
de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ACRJ. Representando a SEA,
Ingrid Gerolimich palestrou sobre os projetos desenvolvidos na sua
superintendência.
No
evento, que aconteceu na Associação Comercial do Rio de Janeiro, estiveram
presentes, Antenor Barros Leal- Presidente da Associação Comercial do Rio de
Janeiro e Haroldo Mattos de Lemos- Presidente do Conselho Empresarial de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ACRJ.
Ao
fim do evento, Ingrid Gerolimich foi convidada pelo Presidente do Conselho
Empresarial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ACRJ, Haroldo
Mattos, para fazer uma apresentação sobre os projetos da STC para membros e
convidados da Associação Comercial do Rio de Janeiro, ainda sem data marcada.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Secretaria do Ambiente forma turma de reflorestamento em comunidades pacificadas
Secretário Carlos Minc entrega diploma para 120
alunos do primeiro curso de paisagismo e técnicas de cultivo e plantio de
mudas
Quando: quinta-feira (11/4/2013); às 15h
Onde: Auditório da SEA (Av. Venezuela, 110/6º,
Saúde)
Os 120 alunos do curso do Projeto Comunidades
Verdes, da Superintendência de Território e Cidadania, da Secretaria de Estado
do Ambiente (SEA), receberão nesta quinta-feira seus certificados de formação
em técnicas de cultivo e plantio de mudas, com ênfase em ações de
produção de plantas ornamentais, de paisagismo e reflorestamento de áreas
degradadas em comunidades pacificadas.
A solenidade contará com a presença do secretário
estadual do Ambiente, Carlos Minc, e da superintendente de Território e Cidadania,
Ingrid Gerolimich.
O Projeto Comunidades Verdes possui quatro Núcleos
Verdes Comunitários: nas comunidades do Batan, Fogueteiro, Formiga e Complexo
do Alemão. Os núcleos contam com infraestrutura necessária para a criação de
viveiros para o cultivo de hortaliças, mudas para recuperação ambiental e
paisagismo funcional.
O comunidades Verdes é um projeto socioambiental
que tem como objetivo contribuir para a melhoria do microclima e dos aspectos
paisagísticos de comunidades pacificadas, além de promover alternativas de
geração de renda para moradores, a partir do aprendizado de técnicas de plantio
de muda.
Paralelamente, são promovidas atividades de
comercialização da produção e outras formas de oferta de serviços, que visam a
criar meios necessários para que o projeto possa ser financeiramente viável e
estruturalmente pedagógico.
Rocinha comemora um ano do Projeto Fábrica Verde
Ao som da Escola de Música da Rocinha, moradores
conheceram de perto a iniciativa que visa à inclusão digital em comunidades
pacificadas
Ascom SEA
Ascom SEA
Julia de Aquino
Em seu primeiro aniversário, o Projeto Fábrica Verde da Rocinha, da Superintendência de Território e Cidadania (STC), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), fez festa ao som de muito chorinho de grupo da comunidade pacificada. Além de música, moradores da Rocinha assistiram a palestras e mostra de trabalhos manuais durante o festejo, que aconteceu na sede do projeto, em área no alto da comunidade, na Zona Sul do Rio.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, falou da importância do projeto para as comunidades pacificadas do Estado do Rio e ressaltou que, além do cuidado com o ambiente, o projeto tem como objetivo a inclusão desses jovens no mercado de trabalho. “As UPPs abriram o caminho, agora o Estado precisa fazer acontecer. Esse projeto converte lixo eletrônico em inclusão digital em locais onde o estado não era bem-vindo. Hoje estamos conseguindo capacitar jovens para o mercado de trabalho com inclusão digital sustentável”, disse.
O secretário acrescentou ainda que a adesão da comunidade é muito importante para o avanço do Projeto Fábrica Verde, e que as parecerias com a rádio comunitária Brisa, da Rocinha, com a UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e com grupos musicais ajudam na integração e na comunicação de moradores.
“O lixo é matéria orgânica fora do lugar, tudo pode e deve ser reaproveitado, mas a comunicação dentro da comunidade é muito importante para que outras pessoas possam ter esse conhecimento. É através de parcerias que conseguimos alcançar novas etapas do projeto, as pessoas ficam sabendo o que acontece na comunidade e podem participar, como, por exemplo, levando seu lixo eletrônico para a unidade do Projeto Fábrica Verde”, disse Minc.
Durante o evento, os presentes ouviram apresentações de músicas da Escola de Música da Rocinha e o grupo Bando de Favelados da Rocinha, além de conhecerem a mostra de trabalhos manuais produzidos no Projeto Fábrica Verde. Palestras educativas e a participação da Livraria Ecológica, parceira do projeto, proporcionaram aos participantes o conhecimento sobre lixo eletrônico e inclusão digital. Quem levou uma garrafa PET ou qualquer outro material reciclável durante o evento, na barraca da Livraria Ecológica, pôde escolher um livro.
A superintendente da STC, Ingrid Gerolimich, distribuiu um vídeo do projeto que mostra o processo de implantação do projeto desde o início, em abril de 2012, até os dias de hoje. Ingrid afirmou que a Fábrica Verde capacitou jovens da comunidade gerando emprego e renda para seus familiares.
“Mais de 1.000 computadores já foram reaproveitados pelos telecentros desde a inauguração do projeto, e mais 1.000 estão sendo finalizados para serem doados à ONGs e aos telecentros. Isso é a prova que temos menos lixo eletrônico espalhado pelo ambiente e mais gente trabalhando. Hoje, mais da metade dos jovens capacitados pela Fábrica Verde está empregada”, disse Ingrid.
O secretário Carlos Minc ressaltou que o lixo eletrônico contém metais pesados que contaminam o solo, e estão sendo retirados das ruas por conta desse projeto. “A Secretaria do Ambiente já tem muitos desafios, como o Programa Lixão Zero, o saneamento das Lagoas da Barra e a limpeza das praias, dentre elas, a de São Conrado. Esse projeto veio acrescentar ao que já está sendo feito em prol do ambiente, pois o lixo eletrônico contém metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio, sendo um perigo ao meio ambiente e à saúde. Se lançados de maneira inadequada, podem contaminar o solo, a água e ainda causar doenças graves”, reiterou.
Minc falou também de outros projetos de reciclagem, como EcoModa e o EcoBuffet, que também foram implantados pela SEA em comunidades com UPPs para o reaproveitamento de materiais que seriam jogados fora.
“Com o EcoBuffet estamos ajudando muitas pessoas a conhecer o reaproveitamento de alimentos, utilizando aquilo que seria jogado fora, como a casca da banana. Além disso, conseguimos com a Caixa Econômica Federal um financiamento de até R$6 mil para os alunos que, após participarem do curso, queiram abrir seu próprio negócio”, disse o secretário.
A estudante Larissa Fernades, que faz parte do Projeto Fábrica Verde, diz estar pensando no futuro quando pede aos conhecidos da comunidade que levem seu lixo eletrônico para a unidade do projeto. “Estou pensando no futuro e preservando o planeta ao mesmo tempo. Quero que outras pessoas conheçam esse projeto que ajuda a comunidade gerando emprego e renda e ainda leva o lixo eletrônico para o lugar certo”, afirmou.
O Projeto Fábrica Verde está sendo desenvolvido há um ano na Rocinha, a 19ª comunidade pacificada do Rio de Janeiro, e há quase dois anos no Complexo do Alemão, com o objetivo transformar lixo eletrônico em inclusão digital, por meio do reaproveitamento de computadores, monitores e impressoras usados, com a geração de empregos para moradores de comunidades pacificadas.
Na Rocinha, com cerca de 240 alunos formados em montagem e manutenção de computadores, o projeto está em sua terceira turma.
Em seu primeiro aniversário, o Projeto Fábrica Verde da Rocinha, da Superintendência de Território e Cidadania (STC), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), fez festa ao som de muito chorinho de grupo da comunidade pacificada. Além de música, moradores da Rocinha assistiram a palestras e mostra de trabalhos manuais durante o festejo, que aconteceu na sede do projeto, em área no alto da comunidade, na Zona Sul do Rio.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, falou da importância do projeto para as comunidades pacificadas do Estado do Rio e ressaltou que, além do cuidado com o ambiente, o projeto tem como objetivo a inclusão desses jovens no mercado de trabalho. “As UPPs abriram o caminho, agora o Estado precisa fazer acontecer. Esse projeto converte lixo eletrônico em inclusão digital em locais onde o estado não era bem-vindo. Hoje estamos conseguindo capacitar jovens para o mercado de trabalho com inclusão digital sustentável”, disse.
O secretário acrescentou ainda que a adesão da comunidade é muito importante para o avanço do Projeto Fábrica Verde, e que as parecerias com a rádio comunitária Brisa, da Rocinha, com a UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e com grupos musicais ajudam na integração e na comunicação de moradores.
“O lixo é matéria orgânica fora do lugar, tudo pode e deve ser reaproveitado, mas a comunicação dentro da comunidade é muito importante para que outras pessoas possam ter esse conhecimento. É através de parcerias que conseguimos alcançar novas etapas do projeto, as pessoas ficam sabendo o que acontece na comunidade e podem participar, como, por exemplo, levando seu lixo eletrônico para a unidade do Projeto Fábrica Verde”, disse Minc.
Durante o evento, os presentes ouviram apresentações de músicas da Escola de Música da Rocinha e o grupo Bando de Favelados da Rocinha, além de conhecerem a mostra de trabalhos manuais produzidos no Projeto Fábrica Verde. Palestras educativas e a participação da Livraria Ecológica, parceira do projeto, proporcionaram aos participantes o conhecimento sobre lixo eletrônico e inclusão digital. Quem levou uma garrafa PET ou qualquer outro material reciclável durante o evento, na barraca da Livraria Ecológica, pôde escolher um livro.
A superintendente da STC, Ingrid Gerolimich, distribuiu um vídeo do projeto que mostra o processo de implantação do projeto desde o início, em abril de 2012, até os dias de hoje. Ingrid afirmou que a Fábrica Verde capacitou jovens da comunidade gerando emprego e renda para seus familiares.
“Mais de 1.000 computadores já foram reaproveitados pelos telecentros desde a inauguração do projeto, e mais 1.000 estão sendo finalizados para serem doados à ONGs e aos telecentros. Isso é a prova que temos menos lixo eletrônico espalhado pelo ambiente e mais gente trabalhando. Hoje, mais da metade dos jovens capacitados pela Fábrica Verde está empregada”, disse Ingrid.
O secretário Carlos Minc ressaltou que o lixo eletrônico contém metais pesados que contaminam o solo, e estão sendo retirados das ruas por conta desse projeto. “A Secretaria do Ambiente já tem muitos desafios, como o Programa Lixão Zero, o saneamento das Lagoas da Barra e a limpeza das praias, dentre elas, a de São Conrado. Esse projeto veio acrescentar ao que já está sendo feito em prol do ambiente, pois o lixo eletrônico contém metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio, sendo um perigo ao meio ambiente e à saúde. Se lançados de maneira inadequada, podem contaminar o solo, a água e ainda causar doenças graves”, reiterou.
Minc falou também de outros projetos de reciclagem, como EcoModa e o EcoBuffet, que também foram implantados pela SEA em comunidades com UPPs para o reaproveitamento de materiais que seriam jogados fora.
“Com o EcoBuffet estamos ajudando muitas pessoas a conhecer o reaproveitamento de alimentos, utilizando aquilo que seria jogado fora, como a casca da banana. Além disso, conseguimos com a Caixa Econômica Federal um financiamento de até R$6 mil para os alunos que, após participarem do curso, queiram abrir seu próprio negócio”, disse o secretário.
A estudante Larissa Fernades, que faz parte do Projeto Fábrica Verde, diz estar pensando no futuro quando pede aos conhecidos da comunidade que levem seu lixo eletrônico para a unidade do projeto. “Estou pensando no futuro e preservando o planeta ao mesmo tempo. Quero que outras pessoas conheçam esse projeto que ajuda a comunidade gerando emprego e renda e ainda leva o lixo eletrônico para o lugar certo”, afirmou.
O Projeto Fábrica Verde está sendo desenvolvido há um ano na Rocinha, a 19ª comunidade pacificada do Rio de Janeiro, e há quase dois anos no Complexo do Alemão, com o objetivo transformar lixo eletrônico em inclusão digital, por meio do reaproveitamento de computadores, monitores e impressoras usados, com a geração de empregos para moradores de comunidades pacificadas.
Na Rocinha, com cerca de 240 alunos formados em montagem e manutenção de computadores, o projeto está em sua terceira turma.
Angola receberá Projeto Fábrica Verde
Ao conhecer a Fábrica Verde, representante do governo angolano
disse que irá levar iniciativa para a África
Em visita ao Projeto Fábrica Verde no último sábado (6/4), no
Complexo do Alemão, o vice-ministro do Ministério do Ambiente de Angola,
Syanga Abílio anunciou que levará a iniciativa para seu país.
Syanga Abílio e sua comitiva conheceram as instalações da Fábrica
Verde, conversaram com monitores e professores, e receberam explicação da
Superintendente de Território e Cidadania, Ingrid Gerolimich, sobre como
funciona o projeto. Os convidados também receberam brindes confeccionados por
alunos e parceiros da Fábrica Verde.
Como resultado da visita, a superintendente Ingrid Gerolimich foi
convidada por Syanga Abílio a palestrar sobre a Fábrica Verde, e outros
projetos coordenados pela STC, na Conferência Internacional sobre Tecnologias
Ambientais, promovida pelo Ministério do Ambiente da Angola, que acontecerá em
Luanda entre os dias 31 de maio e 02 de julho de 2013. Durante a conferência, a
superintendente também irá reunir-se com representantes do governo
angolano com o objetivo de dar os primeiros passos na parceria para a
implantação de uma Fábrica Verde no país.
O projeto Fábrica Verde, que vem transformando lixo
eletrônico em inclusão digital, já reciclou mais de
2.000 computadores em menos de dois anos de atuação e capacitou mais de
mil jovens, gerando emprego e renda para jovens moradores das comunidades
pacificadas do Rio de Janeiro.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Projeto Fábrica Verde completa um ano com festa na Rocinha
Música, palestras e mostra de trabalhos manuais farão parte do
cardápio do aniversário de iniciativa que visa à inclusão digital em
comunidades pacificadas
Quando: quarta-feira
(10/4/2013); às 10h
Onde: Fábrica Verde da Rocinha
(Estrada da Gávea, 486; na antiga Casa da Paz)
O Projeto Fábrica Verde, da Superintendência de Território e
Cidadania (STC), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), completa um ano de
existência e de muito sucesso na Comunidade da Rocinha. Música, palestras e
mostra de trabalhos manuais farão parte do festejo de aniversário, que
acontecerá na sede do projeto, na Rocinha, Zona Sul do Rio.
O evento contará com apresentações dos grupos artísticos da
comunidade, a Escola de Música e o grupo Bando de Favelados da Rocinha, mostra
de trabalhos manuais produzidos no Projeto Fábrica Verde, palestras educativas
e a participação da Livraria Ecológica, parceira do projeto, que irá
proporcionar troca de livros por materiais recicláveis durante o evento.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a
superintendente da STC, Ingrid Gerolimich, participarão da comemoração.
O Projeto Fábrica Verde atua há um ano na Rocinha, a 19ª
comunidade pacificada do Rio de Janeiro, e há quase dois anos no Complexo do
Alemão, com o objetivo transformar lixo eletrônico em inclusão digital, por
meio do reaproveitamento de computadores, monitores e impressoras usados, com a
geração de empregos para moradores de comunidades pacificadas.
Com cerca de 240 alunos formados em montagem e manutenção
de computadores, o projeto está em sua terceira turma na comunidade da Rocinha.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Projeto EcoModa realiza neste sábado (06/04) Editorial de Moda
Evento
abordará tema “Para que serve a bolsa” e apresentará peças produzidas
com
coletes da operação Lei Seca
Quando:
sábado (06/04), das 10h às 18h
Onde:
Concentração na Quadra da Escola de Samba da Mangueira, localizada na Rua Visconde de Niterói, 1072 - Mangueira
Acontece
neste sábado (06/04), Editorial de Moda desenvolvido pelo Projeto EcoModa, da
Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA). Evento
apresentará peças inspiradas no cotidiano da mulher mangueirense e tem objetivo
de revelar espaços cenográficos da comunidade da Zona Norte do Rio de Janeiro,
criando um clima de interação entre comunidade, estética e aspectos sociais
locais.
O
Projeto EcoModa atua na Comunidade da Mangueira desde outubro de 2012 e oferece
qualificação profissional para os moradores das comunidades pacificadas na área
de moda sustentável (corte e costura, desenho de moda/ilustração, modelagem,
estamparia e serigrafia, acessórios, bordado). O objetivo é o de produzir
bens e serviços a partir da reutilização de materiais não poluentes.
Com
início às 10h, o Editorial de Moda terá diversas atividades relacionadas à moda
sustentável e cidadania, com sessão de fotos, às 14h, de modelos da comunidade da
Mangueira. Elas vão vestir figurinos confeccionados no Projeto EcoModa, a
partir de coletes doados pela Fiscalização do Governo Estadual, a operação Lei
Seca.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Projeto Comunidades Verdes lança cartilha
O Projeto Comunidades Verdes, da Superintendência
de Território e Cidadania da Secretaria de Estado do Ambiente, lançou, esta
semana, cartilha que atuará como material de referência sobre os objetivos
do projeto e a didática adotada.
A cartilha ficará disponível para consulta no blog
da STC (www.stcambiente.com), no link "Comunidades Verdes".
O Projeto Comunidades Verdes funciona nas
comunidades do Fogueteiro, Formiga, Batam e
Complexo do Alemão, e tem o objetivo de contribuir para a melhora do microclima
nas comunidades atendidas, implementando técnicas de recobrimento vegetal de
muros, fachadas residenciais e encostas desprovidas de vegetação,
reflorestamento, plantio de mudas, arborização e, também, gerar emprego e renda
através da implantação de hortos e hortas comunitárias. Além de capacitar os
alunos para atuar no projeto como jardineiros comunitários, com a tarefa de
manter e multiplicar a iniciativa.
Projeto EcoModa abre nova turma na Mangueira
Quando: 02 a 17 de abril, (de segunda a
sexta-feira, das 8h às 18h)
Onde: Sede do Projeto EcoModa, na Travessa
Saião Lobato, 62, Buraco Quente/ Mangueira, Zona Norte do Rio
Estão
abertas, até 17 de abril, as inscrição para a terceira turma do Projeto
EcoModa, promovido pela Superintendência de Território e Cidadania (STC), da
Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), no Morro da Mangueira, Zona Norte do
Rio.
Os
inscritos passarão por uma prova de seleção a ser realizada no dia 18 de abril.
O início das aulas é previsto para o dia 24/04.
Desde
outubro de 2012, a iniciativa oferece aos moradores da Mangueira, 18ª
comunidade pacificada do Estado, curso de qualificação na área de moda
sustentável. O conceito básico dos cursos é a produção de roupas e acessórios
com foco na reutilização de materiais. O projeto também estimula a criação de
relações sustentáveis dentro da cadeia de produção e de consumo, pautadas no
respeito ao ambiente e ao trabalhador.
Com
duração de três meses, serão oferecidas aulas de corte e costura, desenho de
moda/ilustração, modelagem, estamparia e serigrafia, e acessórios e bordado. Ao
longo do curso, os alunos receberão uma bolsa-auxílio mensal de R$120.
Mais
informações:
Documentos
necessários: cópia
do RG e CPF. Horários dos cursos: manhã e tarde Dias: Segunda
e quarta ou terça e quinta, com oficinas às sextas.
Horário: 3 horas por dia (9 horas semanais)
Obs.: Idade mínima de 16 anos
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