Jornal do Brasil
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Governo do Rio seleciona jovens da Mangueira para curso de ecomoda
A Secretaria do Ambiente promoveu, no sábado (25) a prova de seleção dos inscritos para o pioneiro Projeto Ecomoda, a ser implementado na comunidade pacificada da Mangueira, na Zona Norte da cidade. Outras comunidades pacificadas serão palco, no futuro de cursos semelhantes.
O Projeto Ecomoda destina-se a capacitar jovens das comunidades pacificadas em moda sustentável (habilitação em costura, modelagem, desenho/ilustração de moda e estamparia) a partir da reutilização de materiais e tecidos de roupas usadas que podem ser reciclados.
O Projeto Ecomoda recebeu 400 inscrições. Destas, 150 pessoas serão selecionadas a partir de prova escrita. Os selecionados receberão bolsa auxílio de R$ 120,00 para participar do curso. A prova foi realizada no Ciep da Nação Mangueirense.
Moradores do Complexo do Alemão trocam material reciclável por livro
Rio de Janeiro - Pela primeira vez, moradores do Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, podem trocar materiais recicláveis por conhecimento. Isto é possível em uma feira ecológica que ocorre hoje (3) na comunidade e permite a doação de garrafas PET e latinhas de alumínio em troca de livros.
Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente, o objetivo da ação é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação ambiental. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da secretaria, Ingrid Gerolimich, a estimativa é distribuir 2,5 mil livros de diversos gêneros literários e educacionais até o fim do evento, às 17h. O evento tem ainda exposições e oficinas de artesanato.
Ingrid Gerolimich ressaltou que não só os estudantes do projeto Fábrica Verde, como toda a comunidade, podem participar da feira ecológica. Implementado no Complexo do Alemão em outubro do ano passado, o projeto permite a alunos transformar lixo eletrônico em computadores novos. "A gente tenta trabalhar a formação humana como um todo. A gente entendeu que esta iniciativa é importante, não só para os alunos da Fábrica Verde, mas para a comunidade do Alemão como um todo", disse.
A superintendente contou que a feira, iniciada por um grupo de moradores do Complexo da Maré pertencentes ao projeto Livraria Ecológica do Brasil, deve ser disseminada para outras comunidades pacificadas. "É importante porque eles [os participantes] levam daqui e vão falar sobre esta feira, sobre esta ação com os familiares e amigos. Então, a ideia vai crescendo e com isso a gente consegue alguns bons resultados", completou.
De acordo com o coordenador do projeto Livraria Ecológica do Brasil, que apoia a iniciativa no Complexo do Alemão, Demésio Batista da Silva, o próximo passo é montar uma biblioteca, com cinco a seis mil livros. "O primeiro passo foi este, fazer esta feira do livro para atrair as pessoas e incentivar a leitura. O objetivo principal deste evento é captar leitores para a gente montar a biblioteca, além de estar incentivando a preservação do meio ambiente."
Edição: Carolina Pimentel
Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente, o objetivo da ação é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação ambiental. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da secretaria, Ingrid Gerolimich, a estimativa é distribuir 2,5 mil livros de diversos gêneros literários e educacionais até o fim do evento, às 17h. O evento tem ainda exposições e oficinas de artesanato.
Ingrid Gerolimich ressaltou que não só os estudantes do projeto Fábrica Verde, como toda a comunidade, podem participar da feira ecológica. Implementado no Complexo do Alemão em outubro do ano passado, o projeto permite a alunos transformar lixo eletrônico em computadores novos. "A gente tenta trabalhar a formação humana como um todo. A gente entendeu que esta iniciativa é importante, não só para os alunos da Fábrica Verde, mas para a comunidade do Alemão como um todo", disse.
A superintendente contou que a feira, iniciada por um grupo de moradores do Complexo da Maré pertencentes ao projeto Livraria Ecológica do Brasil, deve ser disseminada para outras comunidades pacificadas. "É importante porque eles [os participantes] levam daqui e vão falar sobre esta feira, sobre esta ação com os familiares e amigos. Então, a ideia vai crescendo e com isso a gente consegue alguns bons resultados", completou.
De acordo com o coordenador do projeto Livraria Ecológica do Brasil, que apoia a iniciativa no Complexo do Alemão, Demésio Batista da Silva, o próximo passo é montar uma biblioteca, com cinco a seis mil livros. "O primeiro passo foi este, fazer esta feira do livro para atrair as pessoas e incentivar a leitura. O objetivo principal deste evento é captar leitores para a gente montar a biblioteca, além de estar incentivando a preservação do meio ambiente."
Edição: Carolina Pimentel
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Secretaria do Ambiente seleciona jovens da Mangueira para curso de ecomoda
Escolha dos alunos para formação profissional em moda sustentável será feita por prova escrita
Quando: sábado (25/8/2012); a partir das 9h
Onde: Ciep da Nação Mangueirense (Rua Santos Melo, 73, Zona Norte)
A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) promove no próximo sábado prova de seleção dos inscritos para o pioneiro Projeto Ecomoda, a ser implementado na comunidade pacificada da Mangueira, na Zona Norte da cidade. Outras comunidades pacificadas serão palco, no futuro de cursos semelhantes.
Iniciativa da Secretaria de Estado do Ambiente, o Projeto Ecomoda destina-se a capacitar jovens das comunidades pacificadas em moda sustentável (habilitação em costura, modelagem, desenho/ilustração de moda e estamparia) a partir da reutilização de materiais e tecidos de roupas usadas que podem ser reciclados.
O Projeto Ecomoda recebeu 400 inscrições. Destas, 150 pessoas serão selecionadas a partir de prova escrita. Os selecionados receberão bolsa auxílio de R$ 120,00 para participar do curso. A prova será realizada no Ciep da Nação Mangueirense. Mais informações pelo telefone 2334-5731.
Assessoria de Comunicação
SEA - Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro
Av. Venezuela, 110/5° andar, Saúde
Rio de Janeiro – RJ CEP: 20.081-312
Tel: (21) 2332-5625
Email: imprensa@ambiente.rj. gov.br
SEA - Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro
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Email: imprensa@ambiente.rj.
Mais informações em www.rj.gov/web/sea
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Zona Sul do Rio ganha ponto fixo de coleta de lixo eletrônico
Do G1 RJ
Lançado nesta quarta, ponto fica na Ala Kennedy da PUC-Rio, na Gávea.
Material será doado a projeto de inclusão digital na Rocinha e Alemão.
A Zona Sul do Rio de Janeiro ganhou, nesta quarta-feira (22), seu primeiro ponto fixo de coleta de lixo eletrônico, localizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). O material recolhido será doado para a Fábrica Verde, um projeto da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) que transforma lixo high-tech em inclusão digital, ao capacitar jovens da Rocinha, na Zona Sul, e do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte da cidade, em montagem e manutenção de computadores usados.
De acordo com a SEA, em menos de uma hora do lançamento do ponto de coleta, dezenas de peças de computadores, incluindo 12 monitores, foram entregues por funcionários e outras pessoas no espaço destinado à doação, que funcionará no Pilotis da Ala Kennedy, no interior da PUC-Rio.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, explicou que os computadores que forem doados servirão de material para o Projeto Fábrica Verde. Desde o seu lançamento, em outubro de 2011, o projeto já capacitou 360 jovens da comunidade pacificada do Alemão e outros 120 da Rocinha, segundo a SEA.
“Computador usado é lixo eletroeletrônico. Ao ser descartado em locais inadequados, acaba por contaminar a natureza, pois em sua composição há metais pesados como cádmio e chumbo. Os computadores montados por jovens das comunidades pacificadas, por sua vez, são doados para telecentros comunitários, entre outros. Os melhores alunos tornam-se monitores no projeto, recebendo uma bolsa auxílio”, afirmou Minc, durante o lançamento do ponto de coleta na PUC-Rio.
De acordo com a superintendente de Território e Cidadania, Ingrid Gerolimich, cerca de dez toneladas de lixo eletrônico foram doadas no Alemão desde o início do projeto. “Na Rocinha, já capacitamos 120 jovens, e na próxima semana, mais 120 jovens estarão começando o curso de manutenção de computadores. A próxima comunidade a receber o Projeto Fábrica Verde será o complexo de comunidades da Tijuca”, afirmou.
De cada três computadores velhos doados ao projeto, os alunos da Fábrica Verde produzem um computador em condição de uso, segundo a SEA. E os computadores reciclados são então encaminhados para telecentros comunitários, entre outros locais.
Seleção de Inscritos para o Projeto EcoModa é Neste Sábado
A Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria de Estado do Ambiente convoca todos os inscritos no Projeto Ecomoda a comparecer neste sábado, 25 de agosto, as 9h, no CIEP da Nação Mangueirense, Rua Santos Melo, 73 - São Francisco Xavier para realização de seleção.
- Levar caneta azul ou preta.
Obs: Os candidatos que não comparecerem serão, automaticamente, eliminados.
Serviço
Seleção Projeto EcoModa
Data: 25 de agosto - sábado
Horário: 10h
Local: CIEP - Nação Mangueirense
Endereço: Rua Santos Melo, 73 - São Francisco Xavier
Informações: 2334-5731
Secretaria do Ambiente e PUC-RJ lançam 1º ponto de coleta de eletroeletrônicos usados da Zona Sul
Material recolhido será doado para a Fábrica Verde, que transforma lixo high tech em inclusão digital
Ascom SEA
Sandra Hoffmann
A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) lançaram hoje (22/08) o primeiro ponto fixo de coleta de lixo eletrônico da Zona Sul. O material recolhido será doado para a Fábrica Verde, um projeto da SEA que transforma lixo high tech em inclusão digital, ao capacitar jovens da Rocinha e do Complexo do Alemão em montagem e manutenção de computadores usados.
Em menos de uma hora do seu lançamento, dezenas de peças de computadores, incluindo 12 monitores, foram entregues por funcionários e outras pessoas no espaço destinado à doação, que funcionará no Pilotis da Ala Kennedy, no interior da universidade. Um dos doadores foi a escola de samba Acadêmicos da Rocinha.
Presente à cerimônia de lançamento, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, explicou que os computadores que forem doados servirão de insumo para o Projeto Fábrica Verde, que, desde o seu lançamento, em outubro do ano passado, já capacitou 360 jovens da comunidade pacificada do Alemão e outros 120 da Rocinha.
“Computador usado é lixo eletroeletrônico. Ao ser descartado em locais inadequados, acaba por contaminar a natureza, pois em sua composição há metais pesados como cádmio e chumbo. Os computadores montados por jovens das comunidades pacificadas, por sua vez, são doados para telecentros comunitários, entre outros. Os melhores alunos tornam-se monitores no projeto, recebendo uma bolsa auxílio”, afirmou o secretário, durante palestra a alunos e professores sobre Desenvolvimento Sustentável nas Comunidades Pacificadas do Rio de Janeiro, que ministrou após a cerimônia de lançamento.
Além do Projeto Fábrica Verde, Minc falou sobre outros projetos sustentáveis que a Secretaria de Estado do Ambiente, através de sua Superintendência de Território e Cidadania, quer implantar nas comunidades pacificadas. “Em setembro, nós vamos lançar o projeto Ecomoda na Mangueira. Por exemplo, a partir de material utilizado nos desfiles da escola de samba Estação Primeira da Mangueira, e que seria descartado, jovens serão capacitados em moda. Eles vão transformar, por exemplo, pedaços de tecidos em peças de roupas que, posteriormente, serão comercializadas. A verba obtida com a venda dessas peças será revertida para a própria comunidade”, destacou.
A superintendente de Território e Cidadania, Ingrid Gerolimich, destacou que, desde que o projeto Fábrica Verde foi lançado no Alemão, em outubro de 2011, cerca de dez toneladas de lixo eletrônico foram doadas. “Na Rocinha, já capacitamos 120 jovens, e na próxima semana, mais 120 jovens estarão começando o curso de manutenção de computadores. A próxima comunidade a receber o Projeto Fábrica Verde será o complexo de comunidades da Tijuca”, disse.
Presente ao evento, o estudante Jonathan Christopher, 18 anos, é um dos alunos capacitados pelo projeto Fábrica Verde na Rocinha e que, agora, irá trabalhar como monitor. Ele destacou a importância do projeto para a comunidade, pois proporciona ao jovem que mora nessas comunidades uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. “A Fábrica Verde é um projeto muito interessante, pois transforma lixo em instrumento de trabalho para jovens das comunidades”, acrescentou. Jonathan, que mora na Rocinha, cursa o 2º ano do Ensino Médio, e disse que, futuramente, pretende abrir seu próprio negócio.
Paulo Humberto Barbosa Chaves, funcionário da PUC, foi uma das pessoas que doaram monitores e outras peças de informática para o projeto. Ele aprovou o ponto de coleta na universidade, destacando a importância do Projeto Fábrica Verde para a sociedade. “Ter um ponto de coleta em uma universidade como a PUC é muito importante, pois é uma forma de despertar, nos alunos, uma consciência ecológica. Alunos e professores vão doar o seu lixo eletrônico e social porque sabem que irão ajudar muitos jovens de comunidades”, ressaltou.
Segundo o professor de Mídias Locais e representante da vice-reitoria da PUC, Adair Rocha, a universidade considera o Projeto Fábrica Verde importante, e destacou que a iniciativa terá, certamente, desdobramentos positivos. “Inclusive, a PUC está articulando com escolas próximas a possibilidade de parcerias para que essa questão de pontos de coleta fixos possa ser ampliada”, comentou.
A Fábrica Verde se tornou um dos pontos de destaque, no Rio de Janeiro, de reciclagem de produtos eletrônicos usados, a partir de doações. De cada três computadores velhos, por exemplo, os alunos da fábrica produzem um computador em condição de uso. Os computadores reciclados são então encaminhados para telecentros comunitários, entre outros locais.

Assessoria de Comunicação
SEA - Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro
Av. Venezuela, 110/5° andar, Saúde
Rio de Janeiro – RJ CEP: 20.081-312
Tel: (21) 2332-5625
Email: imprensa@ambiente.rj.gov.br
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Mais informações em www.rj.gov/web/sea
Projeto que transforma lixo eletrônico em novas máquinas é lançado em universidade no Rio
A 'Fábrica Verde' agora está montada
no pátio da PUC-Rio
(Agência
Brasil) - O projeto Fábrica Verde da Secretaria Estadual do
Ambiente do Rio de Janeiro ganhou nesta quarta-feira (22) mais um polo de
coleta de lixo eletrônico. Montado no pátio da Pontifícia Universidade Católica
(PUC), na zona sul do município, o polo quer estimular alunos e
professores da universidade, além de moradores da região, a doarem computadores
velhos e sem uso além de equipamentos eletrônicos. Com o projeto, jovens de
comunidades carentes são capacitados a transformar esses materiais em novas máquinas.
O Fábrica Verde já foi adotado com sucesso no Complexo do Alemão, na zona norte
da cidade, e na Rocinha, na zona sul.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, explicou que a PUC foi
escolhida como parceira em virtude da tradição de desenvolver projetos sociais
em comunidades carentes. Ele adiantou que o órgão assinou contratos
com empresas da área de informática para fornecer computadores, no
intuito de ampliar o programa. "Hoje a PUC assume formalmente não só esse
apoio, como também se converte em um centro de recepção de computadores
inutilizados tanto de empresas quanto de alunos e professores e vai alimentar
com a matéria-prima necessária para as nossas Fábricas Verdes. É um momento
muito importante", ressaltou.
De acordo com Minc, o projeto Fábrica Verde estimula os jovens a aprender uma
profissão e é bem aceito pelos jovens nas comunidades. "As pessoas que
estão na Fábrica Verde estavam largadas e hoje estão alegres. Agora, eles [os
alunos] têm camisas, andam arrumados, ganham lanches, estão aprendendo algo
novo. Então não deixa de ser uma ótima motivação e cria um clima de presença do
Poder Público que tantos anos ficou ausente, porque os criminosos controlavam o
território que agora foi reconquistado pelas UPPs (Unidades de Polícia
Pacificadora)", completou.
Ainda segundo Carlos Minc, em setembro, o órgão lançará na comunidade da
Mangueira, também na zona norte, o projeto da Ecomoda. Nele,
os interessados poderão fabricar roupas e acessórios com materiais
recicláveis.
O estudante do 6° período do curso de Jornalismo da PUC Guilherme Ferraz
Marçal, 20 anos, apoia a iniciativa e disse que vai contribuir entregando
equipamentos pouco utilizados em casa. "Sabendo dessa iniciativa na minha
faculdade, acho que vou até procurar nas minhas gavetas para ver se tenho algum
aparelho que não vou mais utilizar, que possa ser transformado em outra coisa
mais produtiva do que ficar parado no armário", disse.
O projeto Fábrica Verde foi lançado em maio de 2011 no Complexo do Alemão e
expandido para a Rocinha, em junho deste ano. Nele, cerca de 250 jovens
aprendem a transformar computadores sem uso, doados por moradores e
empresários, em novas máquinas. Após a reforma, os equipamentos são doados a
telecentros comunitários. Com o incentivo, esses jovens recebem uma ajuda de
custo no valor de R$ 120. Os que se destacam, podem ser contratados como
monitores e passam a receber uma bolsa de R$ 600.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Secretaria do Ambiente e PUC-RJ lançam 1º. ponto de coleta de eletroeletrônicos usados da Zona Sul
Quando: quarta-feira (22/8/2012); às 11h
Onde: Pilotis da Ala Kennedy – PUC-Rio
A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e a PUC-Rio lançam, nessa quarta-feira, o primeiro ponto fixo de coleta de lixo eletrônico da Zona Sul. O material recolhido será doado para a Fábrica Verde, projeto da Superintendência de Território e Cidadania (STC), da SEA, que transforma lixo high tech em inclusão digital, ao capacitar jovens da Rocinha e do Alemão em montagem e manutenção de computadores e impressoras.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, participará da inauguração do ponto de coleta. Logo após, Minc dará palestra, nos pilotis, sobre desenvolvimento sustentável nas comunidades pacificadas do Rio de Janeiro.
A Fábrica Verde se tornou um dos pontos de destaque, no Rio de Janeiro, de reciclagem de produtos eletroeletrônicos usados, a partir de doações. De cada três computadores velhos, por exemplo, os alunos da fábrica produzem um computador em condição de uso. Os computadores reciclados são então encaminhados para telecentros comunitário.
Lançada no Complexo do Alemão, a Fábrica Verde teve sua primeira filial aberta em junho, na Rocinha. Outras comunidades pacificadas sediarão futuras Fábricas Verdes.
Agora, com o apoio da PUC, está sendo inaugurado um importante ponto na Zona Sul de coleta de produtos eletroeletrônicos usados, a serem encaminhados para as duas Fábricas Verdes existentes. Qualquer instituição, pública ou privada, ou pessoa física pode participar, doando equipamentos usados.

Assessoria de Comunicação
SEA - Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro
Av. Venezuela, 110/5° andar, Saúde
Rio de Janeiro – RJ CEP: 20.081-312
Tel: (21) 2332-5625
Email: imprensa@ambiente.rj.gov.br
SEA - Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro
Av. Venezuela, 110/5° andar, Saúde
Rio de Janeiro – RJ CEP: 20.081-312
Tel: (21) 2332-5625
Email: imprensa@ambiente.rj.gov.br
Mais informações em www.rj.gov/web/sea
Nesta Quarta-Feira às 11h nos Pilotis da PUC palestra com o secretário de Estado do Ambiente Carlos Minc, sobre: Desenvolvimento Sustentável nas Comunidades Pacificadas do Rio de Janeiro
NÃO PERCA!
Nesta Quarta-Feira, dia 22, às 11h, palestra com o secretário de Estado do Ambiente Carlos Minc, sobre: Desenvolvimento Sustentável nas Comunidades Pacificadas do Rio de Janeiro
& Lançamento da Campanha de Coleta de Lixo Eletrônico no Pilotis da Ala Kenedy.
A Superintendência de Território e Cidadania da Secretaria de Estado do Ambiente e a PUC-Rio lançarão, com a presença do Secretário Carlos Minc, a campanha de coleta de lixo eletrônico com o objetivo de doar o material coletado ao Projeto Fábrica Verde, uma iniciativa desta superintendência, que reaproveita computadores através da capacitação profissional de jovens moradores das comunidades pacificadas em montagem e manutenção de micros.
No evento, Minc falará sobre as experiências desenvolvidas nas comunidades pacificadas com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável destes territórios.
Palestra Desenvolvimento Sustentável nas Comunidades Pacificadas do Rio de Janeiro
Palestrante: Secretário de Estado do Ambiente Carlos Minc
Quando: quarta-feira (22/08); 11h
Onde: Pilotis da Ala Kenedy – PUC-RIO
Informações: 2334-5731
* Certificado disponibilizado via e-mail aos participantes.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Projeto EcoModa abre 450 vagas em cursos gratuitos na Mangueira
Estão abertas até o próximo sábado, dia 25 de agosto, as inscrições para o curso de qualificação do projeto Ecomoda, na Mangueira. O projeto, da Secretaria do Ambiente, pretende qualificar 450 moradores da comunidade em técnicas de costura, modelagem, desenhos e ilustração, bordado, serigrafia e designer de acessórios.
Para participar é preciso ter, no mínimo, 16 anos de idade e morar na Mangueira. Os participantes ganharão bolsa mensal de R$ 120. O curso tem duração de três meses. Os melhores alunos se transformarão em monitores de futuros cursos de inclusão social na comunidade, recebendo bolsa de R$ 600. As inscrições podem ser feitas na própria Mangueira, em tenda montada em frente à quadra da escola de samba.
Extra Online
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Fábrica Verde da Rocinha forma primeira turma em reciclagem de computadores
Quando: sexta-feira (17/08); 17h
Onde: Sede da Fábrica Verde da Rocinha (Estrada da Gávea, 486 - Bloco 20)
A Fábrica Verde (unidade Rocinha), projeto da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) que transforma lixo eletrônico em inclusão de digital, promove nesta sexta-feira cerimônia de formatura da sua primeira turma em montagem e manutenção de computadores.
A cada três meses, é formada uma nova turma com 120 alunos que recebem aulas de informática, internet, cidadania, empreendedorismo, educação ambiental e reciclagem. Os cursistas têm direito a uma bolsa no valor de R$ 120 cada. Aqueles que se destacam pelo bom desempenho tornam-se monitores e passam a receber R$ 600. Os computadores reciclados são doados para tele centros comunitários.
A Fábrica Verde da Rocinha conta com a parceria da PUC–RIO (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), que há mais de 20 anos desenvolve programas na comunidade.
Para doar computadores e peças, basta entrar em contato com uma das unidades pelos e-mails fabricaverde@ambiente.rj.gov.br – Alemão – fabricaerde2@gmail.com – Rocinha. Qualquer instituição, pública ou privada, ou pessoa física pode participar.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Como está a reciclagem no Brasil hoje
A Fábrica Verde Unidade Alemão sedia amanhã, sexta-feira, a Palestra: Como Está a Reciclagem no Brasil Hoje, com o palestrante Ilton Barros, que é artesão e educador.
A palestra acontece em dois momentos na parte da manhã e tarde e tem como objetivo informar os alunos dos cursos de Montagem e Manutenção de Computadores, sobre o panorama atual da reciclagem no Brasil, o evento será aberto a toda a comunidade e demais interessados.
Serviço
COMO ESTÁ A RECICLAGEM NO BRASIL HOJE.
Palestrante: Ilton Barros (artesão/educador)
Dia 17 de agosto
Local: Auditório da Fabrica Verde/Alemão.
Horários: Manhã: 10h30 e Tarde: 13h30
Secretaria do Ambiente abre inscrições para curso de qualificação profissional em ecomoda na Mangueira
Estão abertas até 24 de agosto as inscrições gratuitas para o curso de qualificação do projeto Ecomoda, na Mangueira. O projeto, da Secretaria de Estado do Ambiente, pretende qualificar 450 moradores da comunidade mangueirense em técnicas de costura, modelagem, desenhos e ilustração, bordado, serigrafia e designer de acessórios. Os alunos aprenderão técnicas que visam à reciclagem de tecidos de roupas usadas, para transformá-los em novas peças de vestuário e em acessórios.
Os alunos precisam ter no mínimo 16 anos de idade e morar na Mangueira, e ganharão bolsa mensal de R$ 120. O curso tem duração de três meses. Os melhores alunos se transformarão em monitores de futuros cursos de inclusão social na comunidade, recebendo bolsa mensal de R$ 600. As inscrições podem ser feitas na própria Mangueira, em tenda montada em frente à entrada do Buraco Quente.
Mais informações pelo telefone 2332-5623 ou pelo email stc.ambiente@gmail.com.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Moradores do Alemão trocam material reciclável por livro
Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente, o objetivo da ação
é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação
ambiental
Rio de Janeiro - Pela primeira vez, moradores do Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, podem trocar materiais recicláveis por conhecimento. Isto é possível em uma feira ecológica que ocorre hoje (3) na comunidade e permite a doação de garrafas PET e latinhas de alumínio em troca de livros.
Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente, o objetivo da ação é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação ambiental. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da secretaria, Ingrid Gerolimich, a estimativa é distribuir 2,5 mil livros de diversos gêneros literários e educacionais até o fim do evento, às 17h. O evento tem ainda exposições e oficinas de artesanato.
Ingrid Gerolimich ressaltou que não só os estudantes do projeto Fábrica Verde, como toda a comunidade, podem participar da feira ecológica. Implementado no Complexo do Alemão em outubro do ano passado, o projeto permite a alunos transformar lixo eletrônico em computadores novos. "A gente tenta trabalhar a formação humana como um todo. A gente entendeu que esta iniciativa é importante, não só para os alunos da Fábrica Verde, mas para a comunidade do Alemão como um todo", disse.
A superintendente contou que a feira, iniciada por um grupo de moradores do Complexo da Maré pertencentes ao projeto Livraria Ecológica do Brasil, deve ser disseminada para outras comunidades pacificadas. "É importante porque eles [os participantes] levam daqui e vão falar sobre esta feira, sobre esta ação com os familiares e amigos. Então, a ideia vai crescendo e com isso a gente consegue alguns bons resultados", completou.
De acordo com o coordenador do projeto Livraria Ecológica do Brasil, que apoia a iniciativa no Complexo do Alemão, Demésio Batista da Silva, o próximo passo é montar uma biblioteca, com cinco a seis mil livros. "O primeiro passo foi este, fazer esta feira do livro para atrair as pessoas e incentivar a leitura. O objetivo principal deste evento é captar leitores para a gente montar a biblioteca, além de estar incentivando a preservação do meio ambiente."
Rio de Janeiro - Pela primeira vez, moradores do Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, podem trocar materiais recicláveis por conhecimento. Isto é possível em uma feira ecológica que ocorre hoje (3) na comunidade e permite a doação de garrafas PET e latinhas de alumínio em troca de livros.
Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente, o objetivo da ação é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação ambiental. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da secretaria, Ingrid Gerolimich, a estimativa é distribuir 2,5 mil livros de diversos gêneros literários e educacionais até o fim do evento, às 17h. O evento tem ainda exposições e oficinas de artesanato.
Ingrid Gerolimich ressaltou que não só os estudantes do projeto Fábrica Verde, como toda a comunidade, podem participar da feira ecológica. Implementado no Complexo do Alemão em outubro do ano passado, o projeto permite a alunos transformar lixo eletrônico em computadores novos. "A gente tenta trabalhar a formação humana como um todo. A gente entendeu que esta iniciativa é importante, não só para os alunos da Fábrica Verde, mas para a comunidade do Alemão como um todo", disse.
A superintendente contou que a feira, iniciada por um grupo de moradores do Complexo da Maré pertencentes ao projeto Livraria Ecológica do Brasil, deve ser disseminada para outras comunidades pacificadas. "É importante porque eles [os participantes] levam daqui e vão falar sobre esta feira, sobre esta ação com os familiares e amigos. Então, a ideia vai crescendo e com isso a gente consegue alguns bons resultados", completou.
De acordo com o coordenador do projeto Livraria Ecológica do Brasil, que apoia a iniciativa no Complexo do Alemão, Demésio Batista da Silva, o próximo passo é montar uma biblioteca, com cinco a seis mil livros. "O primeiro passo foi este, fazer esta feira do livro para atrair as pessoas e incentivar a leitura. O objetivo principal deste evento é captar leitores para a gente montar a biblioteca, além de estar incentivando a preservação do meio ambiente."
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Moradores do Complexo do Alemão trocam material reciclável por livro
Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Pela primeira vez, moradores do Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, podem trocar materiais recicláveis por conhecimento. Isto é possível em uma feira ecológica que ocorre hoje (3) na comunidade e permite a doação de garrafas PET e latinhas de alumínio em troca de livros.
Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente, o objetivo da ação é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação ambiental. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da secretaria, Ingrid Gerolimich, a estimativa é distribuir 2,5 mil livros de diversos gêneros literários e educacionais até o fim do evento, às 17h. O evento tem ainda exposições e oficinas de artesanato.
Ingrid Gerolimich ressaltou que não só os estudantes do projeto Fábrica Verde, como toda a comunidade, podem participar da feira ecológica. Implementado no Complexo do Alemão em outubro do ano passado, o projeto permite a alunos transformar lixo eletrônico em computadores novos. "A gente tenta trabalhar a formação humana como um todo. A gente entendeu que esta iniciativa é importante, não só para os alunos da Fábrica Verde, mas para a comunidade do Alemão como um todo", disse.
A superintendente contou que a feira, iniciada por um grupo de moradores do Complexo da Maré pertencentes ao projeto Livraria Ecológica do Brasil, deve ser disseminada para outras comunidades pacificadas. "É importante porque eles [os participantes] levam daqui e vão falar sobre esta feira, sobre esta ação com os familiares e amigos. Então, a ideia vai crescendo e com isso a gente consegue alguns bons resultados", completou.
De acordo com o coordenador do projeto Livraria Ecológica do Brasil, que apoia a iniciativa no Complexo do Alemão, Demésio Batista da Silva, o próximo passo é montar uma biblioteca, com cinco a seis mil livros. "O primeiro passo foi este, fazer esta feira do livro para atrair as pessoas e incentivar a leitura. O objetivo principal deste evento é captar leitores para a gente montar a biblioteca, além de estar incentivando a preservação do meio ambiente."
Edição: Carolina Pimentel
Fábrica Verde do Alemão promove feira ecológica de livros
Ascom SEA
por Isabela Vasconcellos
|
A Fábrica Verde do Complexo do Alemão, projeto da
Superintendência de Território e Cidadania, da Secretaria de Estado do Ambiente
(STC/SEA), promoveu nesta sexta-feira uma feira ecológica de livros na qual
moradores e visitantes puderam trocar materiais recicláveis (garrafas PET e
latinhas de alumínio) por livros.
Realizado em parceria com a Livraria Ecológica do
Brasil e a entidade Ação e Cidadania, o evento contou ainda com uma exposição
do artista de rua Claudecir Liberato, reunindo quadros e desenhos voltados para
o realismo e figuras humanas, e com oficinas de reciclagem, em que estudantes
da comunidade aprenderam a produzir vasos ecológicos a partir de garrafas PET
usadas, que evitam a proliferação de larvas do mosquito transmissor da dengue.
A Fábrica Verde do Complexo do Alemão, na Zona Norte
do Rio, foi inaugurada, em outubro de 2011, com o objetivo de transformar lixo
eletrônico em inclusão digital, gerando emprego e renda para moradores da
região. Centenas de jovens da comunidade recebem capacitação em manutenção e
montagem de computadores, recebendo ajuda financeira mensal. Para cada três
máquinas usadas doadas por moradores e empresas públicas e privadas, os alunos
montam um computador, que é instalado em telecentros comunitários.
Segundo a superintendente de Território e Cidadania,
Ingrid Gerolimich, a Fábrica Verde estimula uma mudança de paradigma na
sociedade, com as pessoas valorizando a reciclagem. Além disso, com a feira
ecológica, contribui para a prática da leitura e a conscientização ambiental
dos moradores do Complexo do Alemão.
Com a disponibilidade de cerca de 3.000 livros de
diversos gêneros e grandes autores, os mais de 500 alunos que participaram do
lançamento da feira puderam escolher sua leitura favorita. Segundo avaliação
dos organizadores, cerca de 2.500 quilos de produtos recicláveis, entre latas e
garrafas, foram recolhidos até o final da tarde de hoje, sendo levados para uma
cooperativa de catadores da Comunidade da Maré. O dinheiro arrecadado será
revertido em melhorias na Fábrica Verde.
Em maio de 2012, a Secretaria estadual do Ambiente
abriu uma filial do projeto da Fábrica Verde na Rocinha. Segundo a coordenadora
administrativa da Fábrica Verde do Alemão, Rosana Sales, o objetivo é ampliar o
número de fábricas em outras comunidades pacificadas do Rio de Janeiro.
Para manter as iniciativas da Fábrica Verde sempre
em dia, os organizadores recebem doações de livros e de computadores, e podem
ser contatados pelos telefones 3181-4366 e 3123-6911.
Fábrica Verde do Alemão promove feira ecológica de livros
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
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